Num dia de Domingo!
Agitado movimento, estranho...!
Tarde de Domingo, dia 28 de abril de 2024 e um incêndio nas partes comuns do prédio.
O dia em que possivelmente especularam, "não tem forma de comunicar, com as pessoas."
Não é nosso hábito ligar ao fim de semana. Um dia que normalmente as pessoas aproveitam para passear.
Queriam assustar.
Possivelmente prejudicar esses autores incendiários. Quem sabe incriminar inocentes e gente boa.
Talvez, porque estava com um problema de pele há um mês, pelo facto de ter feito uma limpeza à minha garagem. Pensando porém que a poderia alugar e ganhar dinheiro com isso.
Esta minha suposição, poderá ser um possível motivo para gente desmiolada ter inventado e feito coisas sem fundamento, sem propriamente um motivo.
Calculando ainda que poderia ser, porque pensavam que se algo dessa natureza não acontecesse, eu poderia continuar na mesma seguradora. Hipóteses a considerar.
E, porque superei todos os pagamentos das obras [com muito esforço], mas consegui.
Tento perceber como terá acontecido e se foi intencional, porque o terão feito?
Mas, com a cambada de dissimulados criminosos, pelos quais nos cruzamos todos os dias, a cada instante, o que coloca a pensar que poderia ser uma estratégia a ver se me colocavam em causa e me prejudicavam de novo.
Certamente esquecessem-se que agora sei que eles existem e que são da pior espécie, capazes de inventar o pior a respeito da pessoa mais correta e honesta que há à face da terra.
Conhecendo o ambiente como conheço, tenho todo o direito de duvidar, se realmente aconteceu de forma natural sem mão criminosa.
Há momentos em que uma ideia me persiste: "poderia ser para aproveitar o meu mal estar da pele, [causado na sequência de trabalho de limpeza na minha garagem, no mês de março, antes da Páscoa porque este ano a Páscoa foi em Março.]" Do tipo sem que saibas [essas possíveis "coisas" não nos podem ser escondidas, ocultadas, segundo os termos da lei (cuidado os infratores poderão se punido, tentando esconder a acusação dos próprios)]. Mesmo quando alegam ter problemas mentais, que essa é a forma mais trágica e mentirosa que muitas vezes usam para cortar a cabeça às pessoas [está na lei que o mesmo tem de ser informado na integra da acusação e dos seus direitos para se defender]. O que tentam fazer os corruptos mentirosos e infratores é esconder e ocultar, mas pensando porém que a pessoa não sabe, não foi informada. Se não foi informada devidamente e conforme os seus direitos, é o reflexo de um trabalho fraudulento e que desrespeita os princípios consagrados na lei. O que poderá dar direito à aplicação de uma penalização por ocultação...
E, quando isso implica a atuação das seguradoras, então aí, também passa a ser uma obrigação das mesmas não ocultar fatos dessa natureza aos clientes. Na eventualidade de haver suspeitas ou se lhe tentarem deitar culpas devem ser comunicadas aos próprios. Não é simplesmente deitar fora como lixo, sem explicação.
Pouco ou quase nada nos referiram sobre isso, talvez, porque não saibam perceber muito bem que muitas das vezes são aos autores a tentar deitar culpas em pessoas que consideram frágeis e as tentam fragilizar a cada segundo que passa, por mal e inveja.
Repare-se nisto: ainda não eram cinco horas da tarde de Domingo, houve-se alguma agitação que não é muito habitual no prédio, mas por vezes ouve-se barulhos e não sabemos o "por quê".
Falam alto, mas não se percebe o que a vizinha diz, se está a tentar passar mensagem não resulta, porque não se decifra o que diz e poderá estar a falar para outro alguém.
Se tocam à campainha e ocultam a visibilidade da câmara, não falamos por motivos de segurança e porque achamos que pode ser brincadeira...
De repente foi isso que aconteceu: O toque da campainha era semelhante ao teclar de um teclado comum de qualquer equipamento. A agitação poderia ser visitas para moradores [era Domingo].
Perante isto, tento perceber e espreito pelo olho mágico da porta e percebo a existência de uma nuvem de fumo espessa, que não permitia ter visibilidade do exterior, praticamente. Consegui ter perceção do amarelo das paredes.
Percebi de imediato que era incêndio.
A questão era: Mas onde? Parecia ser nos vizinhos [pensei eu], porque aquela quantidade de fumo me colocou a pensar isso. Estava tudo em silêncio nesse momento, após a agitação descrita.
A vontade de saber onde é, tentar sair do prédio e encontrar uma solução surge inevitavelmente.
A primeira reação, é pensar o que consigo ou devo levar comigo. Então peguei na pasta do portátil e na carteira com alguns essências, abri a porta e toquei na campainha dos vizinhos a pensar que poderiam não ter percebido a existência do incêndio. O que depois de abrir a porta do meu apartamento, não parecia sair das portas do lado.
Que estranho, como descobrir onde é?
Os vizinhos abriram a porta e pareceu-me que ficaram espantados, sem palavras.
Quem falou foi o vizinho do outro lado/em frente. Disse: "já estão ali o bombeiros do lado da garagem e que era nas garagens." Perante isto, perguntei: "o que faço?" O mesmo que perguntar que procedimento a ter. Não se via rigorosamente nada e não se conseguia sequer descer as escadas e os elevadores sem ter a certeza que se podiam usar. Ele respondeu: "deixe-se estar em casa."
Permaneci em casa, mas alertei as pessoas mais próximas e amigas. Enviei mensagens e e-mails. Permaneci em comunicação de forma a tentar saber onde era o incêndio.
Elas tentaram saber e o que lhe disseram inicialmente foi que era no quadro elétrico, nas garagens e o JN fez notícia, com algum conteúdo dessa natureza que ainda era especulação.
Depois de confirmado era numa arrecadação, na subcave. Foi esta a informação que me confirmou o condomínio.
Simplesmente vi o local do incêndio, no dia seguinte à tarde. Quando achei que já não haveria perigo e precisava de fotos para enviar à seguradora.
Então, ganhei coragem e receosa desci as escadas e ao chegar ao local, percebi que a localização era entre o elevador e as escadas. Muito perigoso se alguém estivesse a passar poderia ser atingido.
Pensei que essa arrecadação, que estava completamente destruída sem porta e sem aro, imensos pedaços de betão em forma de pedras, parecia ter havido um rebentamento, explosivo. E vi que estava um sujeito a entrar no elevador que já estavam em funcionamento.
Obviamente que o fumo causou estragos e ficou tudo num estado insuportável.
O tentar sair e tocar à campainha do vizinhos fez com que ficasse suja de fumo e o branco da roupa enegreceu, mesmo a pele e o cabelo sujou. O que entrava pelas dobradiças da porta também sujou de igual modo. Fiquei acinzentada. Que desconforto.
Mesmo o que entrou pelas portas fechadas era assustador, fumo e a cinza.
No próprio dia e após os bombeiros terem informado que já estava extinto e não havia perigo. Foi preciso proceder à limpeza da casa para poder permanecer nela de forma a não sofrer danos respiratórios ou agravar a minha alergia do rosto.
A água era negra como carvão, baldes e baldes água de forma a consegui que o chão ficasse devidamente limpo sem danos ou manchas. Todo o trabalho de remoção da cinza e fumo usei um pincel antigo antes da água de forma a não manchar. Mesmo assim estragou a pintura das portas e das paredes.
Causou estragos sem dúvida e assustou, mas penso que talvez não tenham conseguido o verdadeiro objetivo. Prejudicar, aniquilar e apropria-se dos meus bens e colocar em causa a minha saúde.
Além disso estive em comunicação o tempo todo, por mensagem com as pessoas que não pensei que viriam ao local ver. Mas entendo que dada a gravidade do sucedido, se eu tivesse no lugar deles, também queria ver e saber o que se estava a passar.
Na eventualidade de não conseguir falar com essas pessoas, tentava contatar outras.
Posteriormente permaneceu o prédio sujo de fumo com cheiro a incêndio durante uma série de dias, até o limparem, porque era preciso a peritagem e um trabalho mais demorado de limpeza.
Depois toda a fase de comunicar o sinistro à seguradora, mas com alguns elementos ainda em falta. O condomínio tinha de ter os elementos para nos enviar e dessa forma podermos encaminhar o assunto às nossas seguradoras, os dos seguros individuais.
Confirmei posteriormente junto do condomínio que a arrecadação não era da responsabilidade deles, que pertencia à um condómino proprietário de uma loja no rés-do-chão do prédio.
Tudo um susto e uma chatice.
Aqui fica como registo biográfico, no meu blogue.
In agitadomovimento abs 08-08-2024

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